Um amor com destino ao Cais José Estelita

25/11/2014 Amanda Timóteo

Lembro-me sempre quando vou a ti José Estelita, das suas paredes tatuadas com união, das cores unificadas. Lembro sempre que ouço o som do coco, da cultura que é tão aproveitada. 
Lembro-me de você Estelita, quando caminho nas pontes do meu Recife, e olho pra cima, vendo duas torres assombradas. 
Lembro-me de ti sempre com afeto, das tardes lindas no terreno, e principalmente da satisfação de todos amando ser seu naquelas tardes de domingo. 
Lembro-me do grupo de rapazes com instrumentos manuais, que saltitavam de alegria transmitindo aquele som. 
Lembro-me do clima Woodstock sempre que vou até você, do amor por Recife, do amor pelas pessoas. 
Lembro-me do quanto parecia que todos desconhecidos ali já se conheciam... Lembro da militância, das vozes que ecoavam e ecoam por suas esquinas, e por seus galpões, lembro da união que te representa. 
Lembro-me sempre de ti quando estou amando meu Recife com os olhos, ai então recordo que tu ocupas minhas melhores lembranças.


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